"O homem é um ataúde de cadáveres com uma excessiva devoção pelos seus erros.
Depois veio a história da névoa que saía da fotografia e a fotografia estava numa casa com um quarto que dava para o rio e tu sabias que era uma cidade para uma pessoa suicidar-se, e não ias dizer qual a maneira como foi contado, mas sim a maneira exacta como aconteceu."
Oliverio Macías Álvarez, Um Mundo Estranho, Assírio e Alvim, 2003