A minha religião pousa morna rente ao rosto: é o vento e o ar que respiro, é o azul das ondas e a força imensa do mar, é o sol sobre a pele e a chuva, o céu nocturno pontilhado de estrelas, as altas serras, as imensas árvores, o canto dos pássaros da madrugada. A minha religião é água fresca dos ribeiros, pés descalços sobre a terra, os dias, as noites, o respirar mais profundo, toda a liberdade, serenidade imensa, o coração feito sorriso, o mundo.