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Trago em mim o lugar cativo da memória: debaixo da pele, pousado sobre os ossos, o toque de mercúrio do denso, negro homem. 


Sem âncoras no lugar da alma, servimo-nos do corpo como cálices de vinho numa lenta madrugada. Damos de beber ao desejo, saciamos as entranhas com a leveza de quem já passou por todos os lugares. 



No final do dia, a branda quietude dos amantes revisitados.