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o homem fraco

O homem fraco dá-me náuseas, mete-me nojo. Ao homem fraco tenho vontade de cortar as mãos, o pénis, arrancar um dos olhos e expor o outro ao triste retrato da sua condição. O homem fraco não pensa, é uma marioneta ridiculamente manipulada por alguém que há muito devia deixar de fazer parte da sua vida. E se essa pessoa sorri e puxa um dos fios, o homem fraco vai atrás; se deita a língua de fora, o homem fraco saltita de emoção. Se expõe as carnes, o homem fraco vem-se em prolongado regozijo.
O homem fraco é ridículo, absurdo, repugnante.
Morte ao home fraco.
Fim.