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Percorri o mundo inteiro em busca de algo que guardava em mim. 
Algo sem nome, por vezes denso e plúmbeo, outras breve e suspenso como um suspiro - ou imenso e profundo como as ondas do mar.
Desse algo sem certezas que procuro sei muito pouco, ou quase nada, excepto essa verdade, que agora encontrei, de que a sua morada sou eu.