363

à sexta um poema


s o p h i a . d e . m e l l o . b r e y n e r
m a r   s o n o r o

"Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim."

Dia do Mar, Edições Ática, 1974